
Hoje a história é só esta, a minha preferida do meu preferido: ” Quando eu chego em casa nada me consola Você está sempre aflita Lágrimas nos olhos, de cortar cebola Você é tão bonita Você traz a coca-cola eu tomo Você bota a mesa, eu como, eu como Eu como, eu como, eu como Você…

Depois da minha caminhada gosto sempre de me sentar de frente para o mar. Costumo recostar-me num banco, tirar os óculos da cara e colocá-los em cima da cabeça a prender o cabelo, fecho os olhos e fico alguns momentos em silêncio. Hoje não foi excepção, com a pequena diferença do meu momento de introspecção…

Passamos a vida toda a tentar descobrir o caminho de volta a casa. Percorremos milhares de caminhos, formulamos centenas de hipóteses, forjamos dezenas de oportunidades, só para nos voltarmos a sentir unos. Respiramos fundo à procura do cheiro que nos aquece a alma, seguimos pulsares instintivos que nos guiam os pés. Perdemo-nos vezes sem conta…

A primeira vez que soube o que era amor no sentido romântico tinha 14 anos. Não que antes já não tivesse vivenciado paixonetas, amores platónicos e borboletas na barriga. Mas o amor só chegou depois. Era uma miúda tímida, fechada num mundo ora cinzento ora cheio de arco-íris. Não acreditava que existissem príncipes, nem amores…

Tropecei nesta música, na versão interpretada pela Maria Gadú, na semana passada quando estava a fazer a minha caminhada matinal. Fiquei presa neste verso e tive de voltar para trás para o ouvir mais duas vezes. Quando digo que fiquei presa, quero dizer que a pele se arrepiou, que os olhos se encheram de lágrimas,…

O último post de 2017 foi sobre como fazer de 2018 um ano de sucesso, vejam algumas dicas que escrevi. No início do ano dei dois workshops sobre estratégias para que 2018 fosse um ano de sucesso pessoal, profissional, enfim naquilo que fizesse sentido para cada pessoa. Durante o workshop fomos descobrindo quais seriam os…

Há quem lhe chame teimosia, inflexibilidade, casmurrice, arrogância. A verdade é que existe uma explicação para o facto de pensarmos que temos razão mesmo quando não a temos. A razão tem um nome: viés cognitivo (ou tendência cognitiva), ou seja, a forma distorcida que temos de ver uma determinada situação. Esta distorção perceptual faz com…

Domingo de manhã, saí de casa para ir a um brunch perto de casa, foi dia de workshop e em dia de workshop tomo um pequeno almoço reforçado, porque sei que só volto a conseguir comer à noite. Como o sítio era relativamente perto de casa, fui a pé. No caminho cruzei-me com um senhor…

Em primeiro lugar para quem me lê fora de Portugal, vou precisar de vos enquadrar. Hoje, na celebração do 2º ano da sua eleição como Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa deu uma aula aos alunos da Escola Secundária de Camarate. Fiquei de imediato presa ao ecrã quando vi uma sala cheia de adolescentes,…

Vou contar-vos uma história que guardo com carinho sobre pequenos-almoços. Quando era miúda, às vezes o meu pequeno-almoço era maizena, preparada pela minha mãe com todo o carinho. Demorava sempre muito tempo para comer, por isso enquanto eu estava sentada à mesa a fazer o frete de tomar o pequeno-almoço, a minha mãe ia-se arranjando…

Estive na última semana com o que gosto de apelidar de impasse criativo. Detesto sentir-me assim, aliás tenho um certo medo quando isto acontece. Das coisas que mais gosto é de estar sempre a ter ideias, a magicar, a inventar. Ainda que parte delas não as consiga pôr em prática, por falta de tempo, por…

Vamos começar pelo princípio, passo a redundância! Eu adoro organizar, gosto de check-lists, de fazer arrumações, de deixar tudo bonito e em ordem. Há uns anos atrás, apanharam este meu gosto, e em algumas equipas onde trabalhei colocaram-me como responsável do controlo de qualidade, a uma pequena escala. E o programa que mais aplicava era…

COMUNICAR o que sentem e falar sobre emoções ESCREVER um bilhete de elogios de uns para os outros FAZER uma caminhada na natureza CRIAR uma lista de gratidão conjunta VOLUNTARIADO junto da sua comunidade e envolvendo toda a família. PLANTAR …

Teríamos nós a capacidade de lidar com o tempo se pudéssemos viajar nele? Evitaríamos os tropeços? Amaríamos com a mesma intensidade sabendo o dia em que chegaria ao fim? Teríamos a capacidade de voltar ao momento atual se conseguíssemos repetir vezes sem conta a mesma sensação do primeiro beijo? Conseguiríamos viver o agora se existisse…